
Plantas
Sorveira comum / Sorbus domestica
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104.50 € Sorveira comum - Sorbus domestica
1545Yc - Disponível
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101.50 € Sorveira comum - Sorbus domestica
1545Y1 - Disponível
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94.50 € Sorveira comum - Sorbus domestica
1545Y - Disponível
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91.50 € Sorveira comum - Sorbus domestica
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16.77 € Sorveira comum - Sorbus domestica
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16.18 € Sorveira comum - Sorbus domestica
1545I - Disponível
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15.10 € Sorveira comum - Sorbus domestica
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14.56 € Sorveira comum - Sorbus domestica
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14.01 € Sorveira comum - Sorbus domestica
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6.50 € Sorveira comum - Sorbus domestica
1545J - Disponível
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5.95 € Sorveira comum - Sorbus domestica
1545l - Disponível
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4.95 € Sorveira comum - Sorbus domestica
1545L - Disponível
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3.15 € Sorveira comum - Sorbus domestica
1545K - Disponível
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2.65 € Sorveira comum - Sorbus domestica
1545U - Disponível
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2.15 € Sorveira comum - Sorbus domestica
1545X - Disponível
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1.95 € Sorveira comum - Sorbus domestica
1545XB - Disponível
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1.85 € Sorveira comum - Sorbus domestica
1545XC - Disponível
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Origens geográficas : Sul da Europa.
Dimensão adulta : Altura até 20 metros, largura até 8 metros.
Folhagem : Caduca, verde-escura, dourada no Outono.
Tipo de solo : Todos.
Clima : Rústico até -20°C.
Exposição : Sol.
Características e utilizações:
A sorveira-comum (Sorbus domestica) é uma árvore frutífera rústica e pouco conhecida que merece um lugar de destaque no seu jardim. Esta árvore de silhueta majestosa pode atingir 15 a 20 metros na maturidade, oferecendo uma folhagem caduca verde-escura, que se veste de tonalidades exuberantes no outono. Na primavera, cobre-se de cachos de flores brancas melíferas muito apreciadas pelos polinizadores, antes de produzir no outono pequenos frutos em forma de pera ou maçã, as sorvas, comestíveis após a maturação excessiva (amolecimento). Árvore de longa vida podendo viver vários séculos, constitui também um excelente exemplar isolado ou em alinhamento para estruturar um grande jardim, um pomar de conservação ou um espaço paisagístico.
Perfil climático e resistência- Grande amplitude térmica: uma vez estabelecida, suporta tanto episódios de seca estival e défices hídricos prolongados como geadas de inverno até -20 °C.
- Enraizamento: Desenvolve um sistema radicular profundo e pivotante que lhe permite ir buscar água em profundidade e resistir muito bem a tempestades.
- Tolerância aos solos: Pouco exigente quanto à natureza do solo, tolera terrenos pobres, calcários ou pedregosos, e mostra-se naturalmente resistente às principais doenças e parasitas, limitando assim o recurso a tratamentos fitossanitários.
- Comportamento das plantas jovens: Durante os seus primeiros anos, os exemplares jovens necessitam, ainda assim, de acompanhamento e rega regular enquanto implantam bem o seu sistema radicular. Uma vez estabelecida, a árvore adulta ganha claramente em resiliência.
Interesse na agricultura e agroflorestação- Agroflorestação e efeito amortecedor: Integrada em alinhamentos de parcelas ou sebes, a sua folhagem leve proporciona uma sombra filtrante que reduz a evapotranspiração das culturas subjacentes sem lhes fazer uma concorrência excessiva.
- Valorização da madeira preciosa: A sua madeira é extremamente densa, dura e de grão fino. Trata-se de uma das madeiras de folhosas mais caras do mercado (utilizada em marcenaria, lutaria e moagem), oferecendo um excelente investimento patrimonial a longo prazo.
- Reserva de biodiversidade: A sua floração primaveril atrai numerosos polinizadores, enquanto os seus frutos alimentam a fauna selvagem e as aves no outono.
- Valorização dos frutos: Uma vez amolecidas, as sorvas são comestíveis e eram tradicionalmente utilizadas para produzir bebidas fermentadas, compotas ou preparações medicinais (ricas em taninos e vitamina C).
- Fixação e proteção dos solos: As suas raízes profundas ajudam a reestruturar o solo, a limitar a erosão e a fazer subir os minerais das camadas profundas para a superfície através da manta morta das suas folhas decompostas.
Estas qualidades tornam-na hoje uma árvore aclamada por silvicultores e paisagistas preocupados em antecipar as futuras restrições climáticas, nomeadamente no âmbito da diversificação de espécies florestais e da arborização de espaços urbanos.
Plante agora: o circuito mais curto continua a ser o do seu jardim para o seu prato!
Criar floresta ou reflorestar com Sorveira comum, Sorbus domestica - Guia do trabalhador florestal
1) O Sorveira comum (Sorbus domestica) é adaptada aos nossos terrenos?
A sorveira é uma espécie heliófita, mais ou menos termófita, intolerante à concorrência e que necessita de ajuda para se desenvolver em condições florestais. Necessita de pelo menos 600 mm de água, bem repartida por todo o ano e suporta a seca estival se as reservas de água do solo forem suficientes. Além disto, resiste bem Aos frios intensos e às geadas tardias. A sorveira é extremamente plástica no que diz respeito ao solo. No entanto, não suporta a hidromorfia do solo mesmo que seja temporária.
2) Qual a densidade de plantação para uma parcela de Sorveira comum (Sorbus domestica) ?
A densidade de plantação é o número de plantas plantadas num hectare. Aqui, trata-se de determinar o número inicial de plantas jovens destinadas a povoar a parcela e de escolher a repartição no espaço.
A densidade de plantação define-se pelo espaçamento entre as linhas e o espaçamento entre as plantas na mesma linha.
É uma das bases do itinerário da silvicultura. Deve levar a uma cobertura final de qualidade e à realização dos objectivos fixados para a exploração florestal.
Conselho: Quando escolhe a densidade devemos pensar na largura da ferramenta que vai permitir a manutenção da zona entre as carreiras. O espaço entre as carreiras da plantação deve permitir a passagem duma máquina de manutenção motorizada.
Exemplos da repartição no espaço, das plantas:
- Não existem muitas plantações de sorveira para que se possa definir uma densidade habitual. Esta é geralmente utilizada como essência de enriquecimento da parcela
3) Qual o trabalho de solo deve realizar para plantar o Sorveira comum (Sorbus domestica) ?
Na silvicultura o trabalho do solo é uma das chaves do sucesso da plantação. O sistema radicular da árvore deve poder colonizar rapidamente o solo onde foi plantada.
Quer seja mecânico ou manual, preconizamos um trabalho de solo profundo para que a plantação seja ideal.
4) Como plantar o Sorveira comum (Sorbus domestica)?
a- Recepção, armazenamento e preparação das plantas antes da plantação
- Ao receber as plantas, dispor as caixas ao lado uma da outra, num solo plano de maneira a que não haja circulação de ar por baixo;
- Escolher um local com sombra e ao abrigo do vento;
- Verificar que a humidade é estável nas caixas da periferia;
- Prever a possibilidade de regar caso a plantação for adiada ou se as plantas necessitarem;
- No caso de geadas não deve manipular as plantas e se estas durarem vários dias colocar cobertura de solo nas caixas da periferia.
b- Plantação
As nossas equipas de plantadores profissionais utilizam a pistola de plantação para plantar as jovens plantas com torrão. Este utensílio, leve e ergonómico permite a realização de trabalho de plantação de qualidade. O trabalho é mais rápido.
É também possível de realizar a plantação de maneira tradicional com uma picareta ou uma pá.
De qualquer maneira, necessita de:
- Fazer um buraco um pouco maior que o torrão;
- Colocá-la correctamente no buraco;
- Cobri-la completamente;
No final, o plantador deverá calcar a terra delicadamente com o pé. Não deve calcar a terra com força ou calcar forte com o calcanhar pois pode esmagar o torrão e deformar o sistema radicular.
Vídeo Plantação com pistola de plantar
Comprar Plantador
5) Como limitar as ervas daninhas na minha plantação de Sorveira comum (Sorbus domestica)?
Durante os primeiros anos é essencial eliminar a vegetação adventícia. Sem controlo ela vai entrar em concorrência com a sua plantação e vai privar as plantas jovens das suas necessidades indispensáveis ao crescimento (água, luz e elementos nutritivos). Esta concorrência deve ser eliminada mecanicamente até que as jovens árvores sejam suficientemente grandes para as dominarem.
Depois da plantação há dois tipos de operações a serem feitas:
Operação de limpeza manual à volta das plantas
Tratam-se de operações geralmente feitas com a roçadora térmica portátil e consiste em limpar as plantas na linha de plantação ou na periferia das plantas.
Operação de limpeza mecânica entre as carreiras
Estas operações efectuam-se com a ajuda de trituradores verticais ou horizontais ou outro tipo de utensílios (triturador rotativo, limpa-bermas…) instaladas sobre mini-tractores. Desta forma não podem ser realizadas fora das carreiras da plantação (sementeira ou plantação).
6) Como proteger a plantação de Sorveira comum (Sorbus domestica) da fauna selvagem?
Esta necessidade de protecção das plantas aplica-se a toda a florestação desde que a densidade dos cervídeos (especialmente corça ou veado) possa provocar estragos acentuados pela mastigação das plantas ou pela passagem por elas.
Por vezes a colocação de protecções nas plantas pode também ser necessária quando a população de roedores (coelhos, lebres, ratão-d’água, rato-do-campo…) são importantes nesse local.
3 tipos de protecção possíveis:
- Protecções mecânicas individuais (mangas e redes de dissuasão, tubos foto-degradáveis,..);
- Protecção com rede na totalidade da parcela;
- Protecções pela aplicação de repulsivo em cada planta ou na periferia da parcela.
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